10 lições para vencer o medo de inovar

1- Faça uma devassa na papelada Entender o momento da empresa e a trajetória que ela segue no mercado é o primeiro passo para traçar qualquer estratégia ou sair de uma situação difícil. Para começar, o ideal é mapear itens como variações de fluxo de caixa, desempenho de funcionários, qualidade de produtos, perfil e volume de clientes e relação com fornecedores. É como “tirar o pulso da companhia constantemente”. Mas não vale fazer as avaliações só no fim do ano fiscal. Alterações não previstas indicam necessidade de reavaliar o planejamento. 2- Reivente a própria história De onde vem o sucesso da concorrência? Que estratégias em seu setor têm dado certo? Que produtos têm abocanhado mercado? Tem havido mudança na cadeia produtiva? Como o consumidor avalia os serviços da empresa? O mundo empresarial se reinventa a todo momento, e “quem não acompanha esse movimento cai Feiras e congressos são oportunidades para identificar tendências. Outra opção é visitar empresas do setor. 3- Deixe os funcionários terem ideias O empresário pode reservar um dia na semana ou no mês para avaliar o negócio e fazer “brainstorming” com funcionários. O intuito não é sair com ideias prontas, mas com propostas. 4- Revolucione prevendo necessidades Mesmo que o principal produto da empresa seja inédito, é importante “desconcentrar investimentos para aplicar em desenvolvimento” e ampliar o portfólio. Inovar não significa só criar algo revolucionário, mas elaborar um artigo de que o consumidor precise ou incrementar um já existente. 5- Mova-se, mesmo que seja em passos lentos Não adianta identificar tendências e pensar em mudanças se a empresa não for flexível. Começar devagar, investindo pouco no início, minimiza perdas. 6- Mude o dinheiro de lugar Para investir em inovação, a receita é dura e simples: poupe e corte gastos da empresa. Depois, o montante obtido com o redirecionamento de recursos deve ser dividido em dois eixos: reinvestimento e reserva para cobrir possíveis gastos com desvio de rota. 7- Volte sempre ao banco da escola Cursos e oficinas auxiliam a traçar estratégias. Se não souber onde procurar, vale buscá-los em sites como o do Sebrae e o do Ministério do Desenvolvimento. 8- Misture presente e futuro Estratégias de curto prazo dão retorno imediato e são também uma armadilha para que o empresário deixe de lado as de longo prazo. Ainda que seja difícil fazê-las coexistir -pois exigem compartilhamento de equipes e de estrutura-, as metas devem estar no planejamento e ter acompanhamento. 9- Descubra o poder de investir em pessoas Boas ideias, planejamento em dia, reservas a contento. Falta algo primordial: treinamento da equipe. Estratégias de curto prazo dão retorno imediato e são também uma armadilha para que o empresário deixe de lado as de longo prazo. Ainda que seja difícil fazê-las coexistir -pois exigem compartilhamento de equipes e de estrutura-, as metas devem estar no planejamento e ter acompanhamento, diz Fernando Serra, diretor da HSM Educação. 10- Sim, o cliente sempre tem razão Se faltam mudanças ou se o caminho está certo, quem vai dizer é o cliente. Pesquisas no ponto de venda e nas redes sociais são formas de colher opiniões. A Yogoberry, rede de franquias de frozen, mudou estofamento de bancos e cores das lojas por sugestão de cliente. “O consumidor sabe distinguir o que tem qualidade.

Fonte: Estado de S. Paulo

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